#StopAsianHate: artistas de k-pop pedem fim da violência contra asiáticos após ataques nos EUA


  • 19/03/2021 - 15:09
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Artistas pediram fim de crimes de ódio contra asiáticos no movimento “#StopAsianHate”

Artistas do k-pop como Jackson Wang, Mark Tuan, CL e Jay Park se manifestaram sobre o movimento “Stop Asian Hate”. A campanha nas redes sociais pede o fim de crimes de ódio contra pessoas de origens asiáticas. No início da semana, oito pessoas foram mortas e uma ficou ferida em três ataques a tiros em casas de massagem no estado norte-americano da Geórgia. Seis vítimas eram mulheres de ascendência asiática.

Após os ataques, a campanha “Stop Asian Hate” (“pare de odiar os asiáticos”, em tradução livre) ganhou força nas redes sociais. Internautas denunciam o aumento de crimes de violência contra pessoas de origem asiática desde o início da pandemia do covid-19. De acordo com dados da Stop AAPI Hate, desde o anúncio da pandemia, casos de racismo, xenofobia e crimes violentos contra asiáticos cresceram nos Estados Unidos desde março de 2020. Ativistas afirmam que os ataques foram impulsionados pelo discurso anti-China propagado pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump para se referir à pandemia.

CL, Tablo (Epik High), AleXa, P1Harmony, Jay Park, Amber Liu e os integrantes do GOT7 Jackson, Mark e Jay B foram alguns dos artistas que se manifestaram sobre a campanha.

“Me dói muito ter que ligar para minha para dizer para ela ter cuidado nos Estados Unidos”, escreveu Amber no Twitter.

Mark, que também usou o Twitter para falar sobre o assunto, também mencionou os crimes de racismo contra pessoas negras. “Somos todos seres humanos que merecemos viver sem ter medo que a cor de nossa pele coloque em risco nossa segurança nos Estados Unidos”, escreveu o integrante do GOT7 que voltou a morar em Los Angeles recentemente.

“Qualquer tipo de ódio e racismo é inaceitável. Eu realmente acredito que ninguém nasce odiando o outro. Esses que disseminam o ódio foram ensinados a fazer isso. Se eles foram ensinados a odiar, então eles podem ser ensinados a amar”, escreveu Jackson no Twitter.

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